OFERTA PROTEICA NO PACIENTE CRÍTICO: QUANTIDADE E QUALIDADE

OFERTA PROTEICA NO PACIENTE CRÍTICO: QUANTIDADE E QUALIDADE Auxilia a potencializar a recuperação do seu paciente. Situações críticas Drª. Melina Castro Médica Nutróloga pela Faculdade de Medicina da USP | Doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da USP | Nutrição Enteral e Parenteral pela SBNPE | Coordenadora da EMTN do Hospital Estadual Mário Covas, da Faculdade de Medicina do ABC Dr. Ivens Augusto Médico da UTI e Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional do Hospital Sírio-Libanês, SP | Coordenador Clínico da Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional do Hospital Moriah, SP Especialista em Medicina Intensiva pela Associação Brasileira de Medicina Intensiva (AMIB) | Especialista em Terapia Nutricional Parenteral e Enteral pela Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral (BRASPEN) | Pós-graduado em Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) | Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina. A oferta de 1,2g/kg/dia de proteína em pacientes graves, demonstrou:12 Maior espessura do músculo do antebraço Aumento da força Menos fadiga Material exclusivo para profissionais da saúde. Proibida a distribuição aos consumidores.

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